quinta-feira, 8 de dezembro de 2011





Acabando de vez com a auto-sabotagem

 Um dos principais problemas que as pessoas atualmente enfrentam é descobrir, porque mesmo após tanto esforço, não conseguem alcançar seus objetivos. Recebo relatos de pessoas que dizem que sentem que estão patinando sem sair do lugar quando se trata de fazer as coisas acontecerem.
Por que as pessoas não conseguem seguir adiante com suas dietas ou com metas que consideram realmente importantes? A verdade é que realmente existe alguém tentando impedir seu sucesso. Isso mesmo. Existe uma pessoa que não deseja que você tenha êxito em sua vida. Lembrou de alguém? Não? Vá até o espelho e dê uma boa olhada. Sim, você pode ser a pessoa que esta sabotando seu próprio sucesso. Isso acontece, muitas vezes, sem que você perceba. Sabe aquela voz em sua cabeça que retruca negativamente toda vez que você pensa em fazer algo para melhorar sua vida.
Eu chamo essa voz de o sabotador interno. Confesso a você que durante anos dei ouvidos a ele. Mas cheguei a um ponto em que percebi que, apesar da intenção positiva de me proteger das possíveis dores causadas por uma frustração, era eu quem deveria ter o controle para decidir o que era melhor para mim. Simplesmente decidi não dar mais ouvidos à “voz” quando eu mesmo podia calcular os riscos das minhas ações.  Optei por não deixar meu cérebro comandar minhas decisões, e hoje sou eu quem o controlo. Aprendi algumas estratégias que quero compartilhar com você e espero que possa ajudá-lo (a) a acabar de vez com a auto sabotagem que possa estar impedindo você de vencer.
01 – Comprometa-se a seguir adiante – É muito comum nos depararmos com grandes dificuldades quando decidimos fazer algum tipo de mudança em nossas vidas, afinal, estamos saindo, muitas vezes, de anos de comodismo e procrastinação. Por isso, é importante criar um compromisso com você mesmo que não importa o que aconteça você vai seguir adiante. Minha estratégia é simples, eu coloco uma foto daquilo que desejo, em um quadro no meu escritório, é como se a meta estivesse dizendo; – Ei olha, estou aqui!
02 - Arrume um guarda-costas – Se você quer reforçar ainda mais a estratégia acima, eu recomendo que você faça um compromisso público daquilo que deseja atingir. Não precisa sair contando aos quatro ventos o que está fazendo, mas pode chamar um amigo que partilha dos mesmos objetivos para apoiá-lo. Eu chamo essa pessoa de “guarda costas”, alguém que vai incentivá-lo a se manter no caminho. Você também pode contratar um Coach que é um profissional que tem como único objetivo ajudar você a alcançar seus objetivos.
03 – Muda a forma como você fala - Algumas pessoas parecem ter um disco riscado em suas cabeças, repetem à exaustão aquilo que NÃO querem. “Não quero ser pobre”, “não quero ficar sozinho”, “não quero engordar”. Qual é o resultado disso? Pobreza, solidão, obesidade. Ao invés de dizer o que não quer diga o quer. Por exemplo, “quero seu magro”, “quero ganhar mais dinheiro”, “quero ter alguém”. Seu cérebro não entende a palavra “não”. Quer ver? Não pense em um elefante vermelho com bolinhas brancas. A pergunta que vem depois é “quantas bolinhas você viu?”.
04 – Enfrente o medo – O medo tem uma função específica nos seres humanos; preservar a vida da melhor maneira possível.  A descarga de adrenalina que seu cérebro dispara quando vê um Pitbull sem coleira correndo em sua direção, sugere que você corra o mais rápido possível. Os homens pré-históricos desenvolveram esse recurso para sua própria sobrevivência. No mundo de hoje não precisamos dele. A não ser é claro, se você for pára-quedista, domador de leões ou piloto de caça. Pergunte-se; o que eu quero fazer vai acabar me matando ou são meus pensamentos que querem me impedir de entrar em ação? Se não houver grandes riscos para você e para outros, vá em frente, faça aquilo que tem medo, o resultado pode surpreender você quando perceber que medo é apenas um recurso que a mente cria para imaginar um futuro que não dará certo.
05 – Busque o prazer – Todo o comportamento humano tem uma intenção positiva. Talvez você não esteja conseguindo realizar aquilo que deseja, porque pode estar associando o fato de entrar em ação com dor. Explico, algumas pessoas dizem; “por que me relacionar com alguém se não vai dar certo?”. Essa pessoa sofreu uma desilusão no passado e agora associa relacionamento com frustração que em ultima instância gera dor. Na tentativa de proteger você, seu cérebro cria artifícios para evitar um encontro. Você arruma formas para não sair de casa, não se envolver, veste roupas esquisitas. Isso é auto sabotagem! Muitas pessoas não sabem por que fazem o que fazem, mas seu cérebro sabe. Ele quer proteger você! Diga a “ele” que você entende sua intenção positiva, mas que vai fazer diferente, porque acredita que a vida foi feita para ser feliz.

Abraços,
Edmária Pontes

Créditos:Fernando Oliveira

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Resiliência: A Competência da Vez

Ainda que cada vez mais integrada ao nosso vocabulário, a resiliência é um conceito relativamente novo nas Ciências Humanas, que vem sendo amplamente estudado por especialistas de vários campos, sobretudo na psicologia. Vista num passado recente como uma qualidade nata dos indivíduos, e analisada principalmente em crianças, a resiliência saiu da academia e entrou com louvor para o mundo organizacional quando foi identificada como uma competência: ou seja, era passível de ser desenvolvida em pessoas. Misto de resistência, flexibilidade e capacidade de recuperação, e ainda um pouco mais, a depender dos ingredientes que a descrevem em suas diferentes composições, o termo busca explicar a capacidade de superação presente em indivíduos, grupos e organizações. Os estudiosos dizem que se trata de um fenômeno inerente ao desenvolvimento humano. Mas o fato é que, num mundo em que as adversidades vêm sendo banalizadas, ser resiliente tornou-se quase que uma necessidade, não havendo outra escolha.
Apesar disso, ainda são poucos os dicionários que associam resiliência às características humanas; quando o fazem tendem a colocá-la em sentido figurado, como resistência ao choque. Em geral, restringem-se a reproduzir sua definição original que vêm da física, da capacidade que certos materiais têm de voltar ao seu estado normal depois de serem deformados. No ambiente corporativo, ela surgiu envolta em ares de invencibilidade e rapidamente tornou-se primordial e desejada; cobriu todas as nuances necessárias ao profissional do momento, principalmente se levarmos em conta as crescentes pressões exercidas pelos mercados abertos que sofrem todo tipo de intempéries em cenários cada vez mais competitivos. Alguns críticos indicam que a nova competência pode ser uma faca de dois gumes, na medida em que, às vezes, é usada como pretexto para demandar mais do que as pessoas podem entregar com conseqüências penosas para a saúde física e mental. É inevitável observar: assim como materiais distintos apresentam graus diferenciados de elasticidade, os profissionais precisam avaliar seus limites ao stress ou a ambientes hostis, procurando encontrar o ponto interno de equilíbrio, que é quase como impressão digital, cada um tem a sua. Qualquer comportamento em exagero pode ser nocivo como qualquer atitude levada ao extremo. É natural, entretanto, que tenha mais chance de sobreviver aquele que é capaz de enfrentar dificuldades de toda sorte e ainda continuar firme no propósito de levar à frente suas metas de crescimento, demonstrando otimismo e auto-controle. Mas é preciso olhar com cautela para os limites individuais: nem todos desempenham com a mesma desenvoltura a habilidade ou devem fazer esforços desmedidos para desenvolvê-la. Nesse sentido, é importante considerar as suas próprias características, valores, experiência acumulada, tolerância à frustração. Sem dúvida, uma boa investigação da sua performance profissional irá colaborar para aumentar o seu grau de conhecimento e permitir que você passe a se testar com consciência. Resistir ao seu superior, que insiste em dizer que você não é bom chefe porque ouve seus subordinados, pode ser de extrema importância, se você julgar que para atingir os excelentes resultados que vêm obtendo precisa se relacionar bem com a sua equipe.
No entanto, cuidado com os clichês do tipo, tem sucesso quem deixa de lado as emoções ou coisas do gênero. Não existem fórmulas para aprender a lidar com a pressão ou aumentar a resistência, apenas processos que auxiliam a reflexão como o coaching. Explorar a resiliência a seu favor, é estar sempre atento às situações que precisam ser enfrentadas, considerando-se dentro do contexto, ponderando, por exemplo, se os sacrifícios vão compensar em nome de benefícios que possam ser colhidos no futuro. Essas oportunidades, inclusive, podem valer "ouro" em termos de crescimento pessoal e profissional. Resiliência não é deixar de ter emoção, mas estar envolvido a ponto de poder avaliar com tranqüilidade todas as circunstâncias e tomar as decisões certas sem sofrimento; na maioria dos casos, a competência é aperfeiçoada ao longo da vida, naturalmente, durante o processo de amadurecimento; é aquela que irá conferir um toque de leveza às nossas atitudes.
Aplica-se o mesmo raciocínio na exposição ao estresse e à adversidade psicossocial.
Medidas favoráveis à resiliência:
Planificação – As pesquisas mostraram que para as crianças de meios desfavorecidos as experiências positivas na escola tornaram mais provável a planificação de sua vida e com isto correm menos riscos. Importante influência tem o casamento harmonioso entre pessoas cuja conduta não difere da estabelecida pela sociedade.
Autoestima – É muito provável que o êxito em uma área confira às pessoas sentimentos positivos de autoestima e eficiência, que tornam possível a confiança necessária para tomar medidas que lhes permitam sair bem em outras provas da vida.
“Endurecimento” – Devido às variações individuais na suscetibilidade ou vulnerabilidade às experiências adversas anteriores, alguns “endurecem” para enfrentar novas dificuldades.
O mais importante é que as pesquisas mostram a possibilidade de a resiliência ser um recurso útil na defesa social.

Abraços,
Edmária Pontes
COACH INTEGRAL SISTEMICO

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

O ESTRESSE SOB O ENFOQUE BIOPSICOSOCIAL

Autor Dr. Ricardo Leme
Neurocirurgião e Doutor em Ciências(Neuroregeneração)

Os primeiros estudos sobre o estresse foram realizados em animais e mostraram como o corpo responde fisiologicamente a eventos perigosos ou ameaçadores. No caso dos seres humanos, no entanto, existe um aumento na complexidade DA resposta a um evento potencialmente estressante, de forma que pessoas diferentes podem responder de formas variadas a uma mesma situação de estresse. A definição mais atual de estresse é que se trata de estado emocional negativo que ocorre em resposta a eventos percebidos como difíceis ou que excedem OS recursos e as habilidades DA pessoa em lidar com else. Deste modo quando existem recursos adequados para enfrentar uma dada situação, provavelmente isso criará pouco ou nenhum estresse na vida DA pessoa. Mas quando OS recursos são inadequados para enfrentar situações ameaçadoras, desafiadoras ou perigosas, OS efeitos do estresse podem ser observados.
O sistema límbico (SL) é a parte do sistema nervoso que tem importância capital nos mecanismos neurais que governam o comportamento e as emoções. Este sistema constitui uma importante interface entre o corpo físico e o ambiente que o circunda. Os componentes deste sistema têm suas principais relações aferentes e eferentes com dois grandes campos funcionais, o neocórtex e a periferia víscero-endócrina. Dentro do SL, OS corpos amigdalóides têm papel crucial na mediação de respostas autonômicas, comportamentos emocionais e alimentares. As amígdalas dão origem a fibras que se projetam para o hipotálamo e tronco cerebral e regulam as respostas autonômicas aos estímulos emocionalmente carregados. Existe ainda uma projeção para o núcleo paraventricular do hipotálamo de Grande importância na mediação das respostas neuroendócrinas aos estímulos que causam medo ou estresse. Desta forma, FICA fácil antever a importância das emoções em qualquer processo que tenha como objetivo estudar situações de estresse.
O sistema límbico pode ser visto como o deflagrador das experiências que ocorrem no cotidiano, sendo nesta região que ocorre a vinculação das experiências vividas ao universo emocional do indivíduo. Nas experiências religiosas intensas assim como em situações de forte conteúdo emocional, o SL mostra-se particularmente ativo, conferindo Grande peso ao vivido, sendo este um dos motivos pelo qual estas experiências muitas vezes são tão difíceis de serem descritas em palavras. Finalmente mas não menos importante o SL funciona como um centro de mediação entre o sistema nervoso central (SNC) o sistema imunológico (SI) e o sistema endocrinológico (SE).
Brevemente, a resposta imediata do corpo ao estresse se caracteriza do ponto de vista fisiológico pela ativação do hipotálamo com conseqüente efeito sobre as glândulas supra-renais. A medula supra-renal responde aumentando a secreção de catecolaminas (adrenalina e noradrenalina) que determinam o aumento na freqüência respiratória, batimentos cardíacos e DA pressão arterial além de elevação do fluxo de sangue para OS músculos, inibição DA digestão e dilatação pupilar. O córtex supra-renal por sua vez promove aumento na secreção de corticosteróides com conseqüente liberação de energia armazenada, redução DA inflamação e diminuição DA resposta do sistema imunológico, sendo estes efeitos observados nos casos em que a situação de sobrecarga se mantém por um tempo prolongado.
Hoje sabemos que existe uma Grande rede psicossomática na qual OS sistemas nervoso, imunológico e endocrinológico constituem três sistemas cognitivos em constante interação, “cérebros” em diálogo contínuo. Do ponto de vista neurobiológico, a cognição é um fenômeno que se expande por todo o organismo, operando por uma intrincada rede neuroquímica que integra atividades mentais, emocionais e biológicas, representando a porta de entrada consciente na realidade dos fenômenos que podem conduzir a situações de stress ou estresse .
O estresse (stress) pode ser enfocado sob a perspectiva DA saúde ou DA doença, sendo a primeira sempre superior à segunda. Toda informação sobre saúde gera consciência enquanto as informações que versam sobre doença geram medo e mal estar interior, ainda que não se perceba em um primeiro momento. A doença, assim como as guerras e as drogas ilícitas movimentam quantias financeiras monumentais, e serve muitas vezes aos veículos sensacionalistas como meio para lançar novas medicações (drogas lícitas) e mesmo para promover instituições escolhidas que oferecem tratamentos especializados. É preciso estar atento para diferenciar as informações sobre saúde daquelas sobre doenças, pois quem se nutre de informações sobre saúde cultiva um estado saudável, enquanto quem se nutre de informações sobre doenças sem perceber caminha ao encontro delas.
Todo ser humano tem um mundo interior e um mundo exterior sendo importante que OS dois estejam em equilíbrio e igualmente alimentados no sentido de prevenir OS efeitos de situações que podem levar ao estresse. Nos dias de hoje é comum se enfatizar o preenchimento DA dimensão exterior do homem em detrimento de sua dimensão interior. O mundo exterior do ser humano pode ser preenchido por bens materiais, títulos adquiridos durante a vida (profissão, posição social, títulos acadêmicos etc.), e ainda pelas tentativas de manter uma aparência frente ao mundo em resposta à preocupação constante sobre o que OS outros vão pensar a seu respeito. Não se pode negar a importância do preenchimento desta esfera de vida em algum grau, no entanto, quando ela não se acompanhar do crescimento interior, é provável que a leveza do viver seja substituída pelo desafio de experiências mais intensas que em última análise objetivam nada mais que despertar a pessoa para a necessidade de se completar interiormente. O preenchimento interior diz respeito à esfera das virtudes e do autoconhecimento, medicações de primeira escolha no tratamento do estresse ou stress.
O poeta diz:
Semeando um pensamento se colhe a ação,
semeando a ação se colhe o hábito,
semeando o hábito se colhe o caráter
e semeando o caráter se colhe o destino.
Estas palavras encontradas na literatura desde a época da Grécia antiga há 2400 anos, sugerem que caráter e as virtudes estão estreitamente ligados à qualidade do destino da pessoa. Nos dias atuais é reforçada a importância da formação técnica profissional com ênfase na especialização, sendo muitas vezes negligenciada a necessidade do concomitante enriquecimento do campo interior do ser humano. Isto gera inicialmente de forma imperceptível um processo de desumanização e esvaziamento de virtudes com conseqüente situação de inadequação da pessoa dentro do contexto social em que está inserida. Para funcionar adequadamente o ser humano precisa de um equilíbrio dessas 2 esferas e qualquer situação de desequilíbrio pode progressivamente levar a situações de sobrecarga e estresse.
O provérbio ajuda a refletir sobre a realidade interior e exterior:
Dinheiro perdido, nada perdido
Saúde perdida, muito perdido
Caráter perdido, tudo perdido.
Sob uma perspectiva espiritual, o homem é imagem de Deus enquanto forma física e semelhança de Deus enquanto portador de virtudes. Preservamos a imagem mas muitos perdemos a semelhança, perda que resultou não só no esvaziamento interior de alguns, mas principalmente em modelos de vida vazios de valores e propósitos. Importante que se observe interiormente como está o preenchimento e significação da vida. Perguntas que não necessariamente necessitam de resposta como quem sou eu?; o que estou fazendo no interior deste corpo cujo reflexo vejo no espelho?, qual o motivo de eu estar vivo ou de ter nascido? Precisam ser feitas por cada um de nós! A resposta não é importante, mesmo porque é provável que não exista um gabarito! O questionamento, no entanto, é fundamental pois posiciona o ser dentro de uma perspectiva existencial de significação.
A partir desta significação cada um pode optar por uma vivência que enfoca uma vida baseada na materialidade ou baseada em qualquer proposta imaterial (espiritual). Trabalhar sob uma perspectiva de equilíbrio entre materialidade e espiritualidade é interessante na medida em que permite que a opção profissional (material) sirva como suporte estrutural para que a vida seja plena ou tenha um objetivo ou significado maior existencial (espiritualidade). Sempre que o significado material consistir numa finalidade em si mesma, podem ocorrer situações em que as partes envolvidas trabalhem com conceitos do tipo a lei do mais forte, a lei da vantagem ou a lei do mais esperto, enfim perspectivas em que a inteligência se degenera na sua oitava inferior, a astúcia (inteligência voltada para propósitos egoístas).
Nesse sentido é importante chamar atenção à distância que existe entre os conceitos de sucesso e felicidade. Ao contrário do que possa parecer em um primeiro olhar, estes conceitos na grande maioria das vezes não se harmonizam. Sucesso e felicidade são muito diferentes entre si e raramente estão ligados. Seja sucesso visto como conseguir tudo aquilo que se deseja e felicidade definida como estar satisfeito com tudo aquilo que se tem, e logo se percebe que cada conceito leva a uma direção diferente. Felicidade se relaciona com satisfação e sucesso se relaciona com desejo, ora estar satisfeito é estar pleno e desejar é querer ser preenchido, o que mostra a desigualdade entre estes dois estados.
A busca do sucesso guarda em si o potencial de situações que podem levar a sobrecarga e estresse. Por outro lado a busca da felicidade, no sentido de se realizar interiormente, com a situação de estar satisfeito traz em si o potencial de situações de harmonia e saúde. Finalmente vale notar que numa vida saudável, sucesso e felicidade podem se tocar, se complementar e eventualmente se potencializar quando em equilíbrio a satisfação com o preenchimento interior e as conquistas do mundo exterior. Situações de estresse ocorrem quando se abre mão da felicidade para obter sucesso. Muitos conseguem o que querem pagando no final com sua própria felicidade, mostrando um aspecto em que a infelicidade pode estar no conseguir o que se deseja!
Um autor chamado Ouspensky, atenta para dois importantes agentes estressores chamados consideração e identificação. Quando consideramos muito ou nos identificamos muito com outras pessoas somos levados muitas vezes a abrir mão de nossos valores próprios em favor de situações que nos desagradam e podem nos desgastar. A identificação com grupos, que geralmente implica na necessidade de ser aceito e a consideração a pessoas pelo mesmo motivo, invariavelmente deformam o ser e acarretam no tempo situações de grande estresse que muitas vezes não se sabe de onde surgiram. A pessoa acha que a vida dela é absolutamente normal, mas na realidade não tem vida interior visto que se baseia no mundo exterior para tomar suas decisões e conduzir sua existência.
Começa então a ficar claro que existe uma dimensão interior (dimensão do ser) que precisa ser alimentada e é tão ou mais importante que a dimensão exterior da vida (dimensão do ter). O ideal é que se equilibrem estes dois níveis do existir, de forma que conhecendo suas aspirações mais profundas se previna os efeitos muitas vezes deformantes da opinião de pessoas que nos cercam e de grupos aos quais pertencemos. A submissão que decorre da escassez de recursos interiores, relativos ao ser, é um dos principais motivos de estados de estresse em vidas nas quais o ter é super enfatizado. A sociedade de consumo é muito jovem na história da humanidade e certamente ainda passará por um processo de amadurecimento onde perceberá que não se deve buscar o lucro a qualquer custo ou o lucro pelo lucro apenas. É possível lucrar e promover consciência concomitantemente e num tempo bastante próximo as empresas mais bem sucedidas e que se perpetuarão serão aquelas que além do produto comercializado (substância nutritiva do ter) promoverão o crescimento interior do consumidor. Uma forma segura da sociedade crescer é em conjunto, sempre que alguém fica para trás todos perdemos algo também, fato que fica claro no seguinte vídeo (www.youtube.com).
Cada pessoa sempre e em qualquer situação de vida está constantemente mostrando no momento presente o melhor que ela consegue fazer, conforme suas atitudes e exemplos pessoais. Claro que o melhor de alguns é muito pouco em relação ao melhor de outros! Enquanto para alguns este melhor pode visar interesses pessoais e de grupos restritos para algum tipo de ganho, para outros este melhor busca um efeito mais abrangente em que todos possam ganhar. Hoje ainda existem grupos de seres humanos com potencial de consciência muito pouco desenvolvido e que acreditam que ganhar enquanto o próximo perde seja realmente uma vitória. No entanto, a atitude com maior potencial de prevenção do estresse em geral é aquela do tipo ganha-ganha, ou seja eu ganho e você ganha. Atitudes em que eu ganho e o outro perde geram dinâmicas e vícios de viver que invariavelmente culminam em situações de estresse pessoal e diminuição de qualidade e tempo de vida. Pode haver neste instante a tentação de olhar para os noticiários ou para quem está ao nosso lado, e apontar os erros que já conseguimos perceber. A atitude ideal no entanto se afasta muito deste comportamento e consiste em olhar para si, apenas para si e corrigir em si mesmo o erro que eventualmente se enxerga no outro. Enquanto vemos o erro no outro, ocorre naturalmente uma paralisação interior em nosso processo de desenvolvimento que fica bloqueado pela falsa impressão de que eu sou melhor que o outro, que faz coisas que eu sei serem erradas.
Pior que a autopromoção pela propaganda, que deve ser evitada ao máximo, é o denegrir a imagem do próximo. A própria atitude errada arrasta a pessoa envolvida para um contexto de vida geralmente mais complexo que o necessário para uma vida plena, e trás em seu bojo a semente de experiências que futuramente servirão de atrito necessário para que a consciência dela se expanda para outro nível. A política assim como seus políticos constitui um campo de análise interessante onde aos olhos da nação representantes do povo mostram o melhor que eles conseguem fazer. São pessoas que podem nos ensinar muito sobre nossas próprias fraquezas e sobre valores e virtudes que nós mesmos cultivamos. Os políticos de uma nação representam a imagem clara da qualidade das pessoas desta nação assim como dos valores das pessoas. Precisamos nos esforçar bastante para melhorar e assim merecer programas que nos auxiliem a sair da proposta do “sempre mais dinheiro”, do “sempre mais barato” e enfim do “sempre mais…”, conforme nos alerta Rüdiger Dahlke, e buscar o crescimento orgânico lento. Neste tipo de crescimento, a pessoa se contenta com aquilo que obtém, consistindo em uma solução para quem dele participa para diminuir a pressão geradora de estresse.
Quantidade e qualidade nem sempre andam de mãos dadas, sendo necessária, atenção quando o “sempre mais” que acompanha a quantidade passa a ser priorizado em função do “gosto pelo que se está fazendo” que acompanha a qualidade. Quantidade sem qualidade é uma armadilha que deve ser evitada sempre, sendo a ambição seu sinalizador (www.youtube.com).
Muitas pessoas ainda acreditam que podem ganhar mais quando trabalham mais e deixam de perceber o efeito colateral do estresse que se segue à diminuição de seu tempo livre. Existe no entanto um contingente menor de pessoas que já conseguem perceber que mesmo trabalhando menos existe um ganho relativo maior na vida assim como um maior potencial de realização e felicidade vivenciada. Isto ocorre pois é fundamental que haja tempo para saborear as conquistas, caso contrário elas se transformam em degraus para o abismo do nada ou apenas outra forma de vício que já pode ser encontrado na nossa sociedade entre aquelas pessoas que não conseguem relaxar pois viciaram em trabalho. Este tipo de pessoa viciada em trabalho é uma fonte geradora de estresse social, pois à semelhança do trator que arrasta a terra por onde passa, ela arrasta a todos os que estão à sua volta tentando impor este comportamento, gerando perturbação em pessoas saudáveis que por ignorância se aproximaram deste ser em processo temporário de desequilíbrio interior. Ainda neste sentido merece ser lembrado o trabalho do sociólogo Domenico Demasi sobre o ócio e sua importância não apenas na manutenção da saúde, mas como ferramenta para aumentar o potencial criativo e diminuir a incidência de estados de estresse na sociedade moderna.
Os gregos antigos tratavam o tempo sob dois aspectos e usavam duas palavras para descrevê-lo: chronos e kairos.
Enquanto o primeiro refere-se ao tempo seqüencial ou cronológico, o último trata de um momento indeterminado no tempo em que algo especial acontece e significa o “momento certo” ou “oportuno”. Em teologia, kairos, é usado para descrever a forma qualitativa do tempo, o “tempo de Deus”, enquanto chronos é de natureza quantitativa, o “tempo dos homens”. O “tempo humano” (medido) é descrito em horas e suas divisões, enquanto que o termo kairós que descreve “o tempo de Deus” não pode ser medido e sim vivido. Destas idéias surge a necessidade premente de que você leitor se pergunte sobre como estas duas dimensões da temporalidade estão compostas na sua vida atual. Quantidade sem qualidade é uma das características da “fast food” sabidamente ligada a comportamentos de estresse, além de todas as situações patológicas que a ciência convencional já mostrou estarem relacionadas. Um dos segredos para aumentar a quantidade de tempo é justamente estar atento à qualidade deste.
É comum que algumas pessoas se envolvam em atividades em que muito tempo é investido porém com pouco retorno qualitativo como no caso da passividade proporcionada por grande parte dos conteúdos da televisão em sua versão atual.
Existem hoje na sociedade moderna, armadilhas que conduzem a situações de estresse, dentre as quais merecem destaque estratégias que levam as pessoas a perderem tempo. O tempo livre e com qualidade é a maior riqueza que possuímos, sendo neste tempo que a saúde pode ser recomposta e a vida ser resignificada e repensada. A falta deste tempo é um dos fatores responsáveis por uma série situações que acabam sendo denominadas de “doenças do mundo moderno”.
Este tema é amplamente explorado e explicado de forma simples pelo poeta e filósofo alemão Michael Ende em seu livro Momo e o senhor do tempo. O livro conta a história de uma menina abandonada que todos queriam ajudar, mas que acabavam sendo ajudados por ela que possuía algo que nenhuma pessoa tinha. Este algo era nada mais que tempo livre que ela usava para escutar as pessoas estressadas que se curavam na medida em que eram escutadas. O simples fato de ser escutado e de poder falar para alguém sobre si próprio constitui a base de várias linhas terapêuticas. Enquanto alguém fala de si para alguém ao mesmo tempo também se escuta e pode promover mudanças em sua vida com base neste movimento. Ser escutado com atenção por alguém que se importa conosco é algo com profundo poder terapêutico, que certamente todos já vivenciaram em algum momento difícil da vida. Falar traz para fora a realidade interior desorganizada favorecendo uma melhor compreensão e reorganização daquele que se expressa.
Se por um lado falar de si pode levar a um aprofundamento e melhor conhecimento, um importante fator gerador de estresse e desintegração é justamente a dificuldade em falar de si, o que desvia a atenção para tratar de assuntos relativos à vida alheia. Este falar do outro na sua ausência é um dos grandes males da nossa atualidade e promove um esvaziamento interior com importantes repercussões sobre o estado de saúde dos envolvidos. Este tipo de prática é promovida hoje em muitos veículos de comunicação como revistas que especulam e tratam da vida pessoal de celebridades até programas em que as pessoas são encorajadas a bisbilhotar sobre o que está acontecendo em ambientes controlados. Esta atitude de afastamento interior promove o esvaziamento de valores pessoais que passam a serem preenchidos por um modelo externo à pessoa, agora presa fácil para um modelo de sociedade baseado em consumo.
É comum que a imagem de pessoas de destaque seja associada a produtos ou lugares, estimulando aqueles que têm aquela pessoa como referencial de conduta ou de beleza a imitarem seu comportamento. Por outro lado, em uma sociedade com desnível social e educacional grande, isto vai servir como estímulo para que pessoas busquem e consumam coisas que elas nem sequer têm a chance de perguntar se realmente necessitam, como o chinelo que vem com a assinatura ou a foto de tal pessoa e que por isso fica o dobro do preço. A questão financeira é importante em nosso meio e orientar as pessoas menos favorecidas é uma forma importante de prevenir situações estressantes relacionadas não só aos problemas de desintegração familiar associados, mas também sobre como libertar estas pessoas da escravidão do consumo, das prestações e dos juros.
Todos já observamos uma bexiga que nunca foi cheia antes e percebemos que na primeira tentativa existe uma resistência grande de suas paredes quando assopramos ar no seu interior. Após a primeira enchida no entanto observamos que quando esvaziada, a bexiga nunca mais volta ao seu tamanho inicial, ela fica mais dilatada. A consciência funciona de forma semelhante, nunca mais volta ao seu tamanho inicial uma vez desperta. A transformação pessoal promovida por informações de qualidade, é fundamental para quem busca a saúde, ainda que ocorra de forma imperceptível. A dificuldade em se transformar pode estar, conforme inúmeros autores sugerem, diretamente relacionada a uma maior predisposição ao adoecer. A vida é um processo constante de transformação e nesse sentido, mesmo as doenças podem ser vistas sob uma perspectiva mais positiva e integrativa. Conforme Harold Mac Millan diz: deveríamos usar o passado como trampolim e não como sofá.
Um olhar mais profundo mostrará que em alguns casos, a doença é a grande oportunidade que a pessoa tem de rever uma forma de ser que não conseguiu mudar de forma alguma, pois se sentia confortável com ela. Neste sentido vale a pena repensar se a doença deve ser combatida ou compreendida e vivenciada da forma mais plena possível. As situações de estresse e de doença funcionam como sinalizadores que se compreendidos e incorporados podem promover uma recuperação mais natural e produtiva para a vida de cada pessoa.

Abraços,
Edmária Pontes
COACH INTEGRAL SISTÊMICO

quinta-feira, 14 de julho de 2011

TENHA UM COACH COMO PARCEIRO E SEJA FELIZ!!!



CRISE É UM AVISO DE QUE A VIDA CHEGOU A SUA PORTA!!!

Jorge é filho de um grande amigo meu, de vez em quando, ele vem conversar comigo. Durante muito tempo, teve uma vida desregrada.Apesar das cobranças dos pais, Jorge levava tudo na flauta.Trabalhava com o pai, praticamente sem compromisso de horário ou metas. 
Baladas e cervejas eram a sua rotina, arrumava programas com os amigos todos os dias,
enfim, levava uma vida sem responsabilidades.
Quando precisava de mais dinheiro, sua  única preocupação era como convencer o pai a aumentar sua mesada. Fazer algum trabalho extra para ganhar mais, nem pensar.
Um dia ele me confessou que a velha rotina já não lhe parecia suficiente. Aos poucos, deu-se conta de que aquela boa vida havia perdido a graça.
Não sentia mais satisfação em ficar no bar com os amigos conversando as mesmas coisas de sempre, as baladas tinham se tornando repetitivas e nem mesmo ficar paquerando garotas diferentes o tempo todo parecia tão fascinante.
Jorge sabia que deveria fazer algo quanto a isso, mas seu medo de não dar certo na vida era muito grande. Sabia que precisava mudar, mas tinha medo de fracassar. Cada vez que alguém lhe dizia algo como “fulano é um perdedor”, ele sentia um aumento dos batimentos cardíacos. Não queria tornar-se um fracassado.
Embora soubesse que precisava mudar, o medo de fracassar na vida fazia que ele hesitasse  em avançar.
Em certo momento, com o rosto vermelho de vergonha, Jorge desabafou: “Eu me sinto um perdedor porque tenho medo de ser um perdedor”.
Sorri  e disse: “Esse é um bom começo. Você reconhecer o medo e abrir o coração para alguém é o primeiro passo  para vencer”.
Existem milhões de Jorge por aí. Pessoas insatisfeitas, com medo de enfrentar seus fantasmas e resolver os dilemas da vida.
Toda mudança é um desafio. Toda mudança envolve alguma dor. Mas chega um ponto em determinadas situações no qual não mudar dói ainda mais. E a gente só decide mudar quando a dor de permanecer na situação em que está é maior do que o medo da transformação.
É preciso sentir-se mal o suficiente com a atual situação para ter coragem de avançar em busca de algo melhor. É preciso perceber os avisos de insatisfação da sua alma para escutar a voz da sua consciência dizendo: vamos lá!!! Agora é com você!!
Um dia você interrompe uma briga com sua mãe porque percebe o quanto é infantil querer  mudá-la em vez de cuidar da sua vida.
Ou você percebe a infantilidade de ficar discutindo com o seu marido sempre pelas mesmas coisas e resolve cuidar de ser feliz.
Um dia, nas conversas com os amigos, você se sente ridículo por ficar criticando seu chefe, como se ele fosse o responsável por seus problemas na empresa, e resolve cuidar melhor da sua carreira.
Quando o desconforto da situação aumenta, surge a coragem de dizer para si mesmo:
  É agora ou nunca!!
Nesse momento, você decide fazer o que realmente tem de ser feito e,
então  começa a sua jornada de Herói.

(Trecho do livro Sempre em Frente de Roberto Shinyashiki)
 
Abraços e espero ter ajudado,
 
Edmária Pontes
COACH INTEGRAL SISTÊMICO
Desenvolvimento HUmano Integral Sistêmico

segunda-feira, 11 de julho de 2011

ENCANTANDO CLIENTES-COACH INTEGRAL SISTÊMICO

O Lucro vem de Clientes Encantados(Mais que simplesmente satisfeitos).
Clientes Encantados pagam e voltam para fazer mais e melhores negócios.
Clientes Encantados dão referências para que você possa fazer novos contatos.
Clientes Encantados fazem a melhor, e a mais barata propaganda, a propaganda boca a boca.
O Lucro portanto é consequencia de Clientes Encantados.

Em meus treinamentos ensino como Encantar Clientes e obter Excelentes resultados com a equipe.

Abraços,
Edmária Pontes
Coach Integral Sistêmico






sexta-feira, 1 de julho de 2011

Raramente nos damos conta de que opiniões, atitudes e até estados de humor daqueles com quem convivemos, mesmo sem muita proximidade, influenciam de forma intensa nossos pensamentos, sentimentos e ações.

A obesidade aumentou substancialmente nos últimos 30 anos, gerando diversas hipóteses sobre o fenômeno mundial. Talvez uma das mais criativas que já ouvi é a de que a obesidade seria transmitida por uma forma de contágio social. Estariam os seus amigos te deixando gordinho? Por incrível que pareça, a resposta parece ser positiva.
A ideia de redes sociais influenciando no comportamento humano vem de um colega meu na Universidade da Califórnia em San Diego, James Fowler, e de seu colaborador de Harvard, Nicholas Christakis. Juntos, desenvolveram uma série de pesquisas sobre o assunto e publicaram os resultados no livro “Connected”, que recomendo com veemência.
Os resultados mostram que, se uma pessoa fica obesa, as pessoas relacionadas com ela aumentam significativamente as chances de também ficarem obesas. Surpreendentemente, o maior efeito não é entre pessoas da mesma família ou que vivem na mesma casa, mas entre amigos. Não aquele conhecido, ou colega superficial, mas aquele que tem um significado real para você.
Se seu melhor amigo torna-se obeso, suas chances de também ficar obeso nos próximos dois anos aumentam em 57%. Caso aquela pessoa também o considere como um melhor amigo, a probabilidade salta para 171%. Entre irmãos, a chance de um ficar obeso caso o outro engorde é de 40%, e entre casais, de 35%. Pessoas do mesmo sexo têm mais influência sobre a outra do que pessoas do sexo oposto.
Os resultados saíram de um banco de dados de outra pesquisa, sobre as chances de doenças cardíacas, com dados acumulados durante 32 anos e que envolveu 12.067 adultos. Os autores conseguiram mapear as conexões sociais desses indivíduos, elaborando a base para o estudo da obesidade. Desse mesmo banco de dados, puderam concluir que a diminuição do tabagismo não foi responsável pela epidemia de obesidade nos Estados Unidos.
As causas dessa observação também foram investigadas. Uma das razões excluídas foi a de que nos pareamos com pessoas fisicamente parecidas, com peso semelhante. Efeitos contextuais, como geografia, presença de uma academia ou McDonald’s na esquina também foram eliminados. O impacto das redes foi independente de a pessoa morar no mesmo continente ou na mesma vizinhança. O efeito parece ser mesmo causal e não apenas consequência do ambiente.
A explicação parece estar no inconsciente do que denominamos “obeso”. De alguma forma, o cérebro interpreta a norma de saúde baseando-se naqueles com quem interagimos. Essa interpretação influencia no quanto comemos, nos exercitamos ou mesmo o que consideramos estar fora do peso ideal. Isso mostra que as redes sociais parecem muito mais fortes do que imaginamos, superando até mesmo a ação da mídia.
Fowler tem confirmado seus achados usando ferramentas online de redes sociais como o Facebook. Ele usa as fotos dos usuários para estimar o índice de gordura da pessoa e os amigos para montar e analisar a rede. Até agora, os dados estão aparentemente confirmados em diversas partes do mundo, dando suporte à influência social no controle do peso.
As implicações dessas conclusões são profundas. Os efeitos da rede são observados mais nitidamente nos três primeiros níveis de separação (no amigo do amigo do amigo). Decisões de saúde devem, portanto, considerar esse tipo de dinâmica. Assim, quando ajudamos uma pessoa a perder peso, estamos na realidade ajudando outras ao mesmo tempo. Perder peso em um grupo de amigos também parece ser mais eficiente do que tentar sozinho. O mesmo vale para parar de fumar, começar a prática de exercícios etc. Outra implicação é que não só a obesidade é contagiosa socialmente, mas também a magreza.
A obesidade é apenas um exemplo de contagio social , mas isso vale também, para as areas: financeiras, sentimentais, conjugais,espirituais, ou seja todas as areas de nossas vidas..........
Uma nota aos leitores que sairiam correndo para cortar a intimidade com os amigos gordinhos: cada amigo que você tem, independente do peso, contribui para transformá-lo em uma pessoa mais feliz e viver mais tempo.

Em minhas sessões ensino como lidar com essa situação de forma que você identifique o contágio e  não tenha que perder todos os seus amigos queridos que fazem parte do Contágio Social.

Abraços e espero ter ajudado,
Edmária Pontes
COACH INTEGRAL SISTÊMICO

Fonte: G1

quinta-feira, 30 de junho de 2011

SEJA UM CAMPEÃO!!!!


Tópicos do Seminário:


Características de um perdedor: Reclamar,Acusar, e dá desculpas
Um campeão decide, planeja e realiza.
Conceito de lealdade é conceito de satisfação, temos que satisfazer nossos clientes , gerentes, patrões.
O passado não pode definir seu presente, o presente não pode definir seu futuro.
Não basta ser bom, tem que ser Excelente........
Qual seu objetivo de vida?
O que faz vc acordar mais cedo do que seu concorrente?
Nunca desista de seus sonhos, sonhe alto, não tenha sonhos medíocres, pois vc não vai acordar 06:00 da manhã por causa de sonhos medíocres.
Não espere ninguém realizar seus sonhos,busque seus sonhos.
Não importa de onde vc veio, não importa onde vc está, o que importa é onde vc quer chegar.
Seja realizador de sonho dos outros, realize os sonhos das outras pessoa quem vai ganhar com isso é vc, realize o sonho de seu cliente, de seu chefe( seja eficiente) etc....
Tenha metas na vida, é fundamental agente sonhar.
Tendência atuais: Cooperativismo, agoraismo, invasão do cliente.
Qualidade de vida é ter paixão pelo que vc faz.
Tenha respostas para seu chefe, ou seu cliente, pois a não resposta já é uma resposta.

CARACTERISTICAS DE CAMPEÕES:
VELOCIDADE..Você tem que ser rápido
POLIVALENCIA...Trabalho complexo, você tem que entender e fazer  tudo.
VISÃO..Enxergar o invisível
CAPACIDADE DE REALIZAÇÃO..Estratégia da galinha(de grão em grão a galinha enche o papo), você tem que acreditar.
ENTENDER DE GENTE...Saber conversar, orientar, e saber cobrar.
E não esqueça de ser FELIZ.

Não basta ser bom, mude seu jeito de pensar!!!
Velocidade  - Polivalência - Visão - Realização - Entendimento de Gente
 
Abraços,
Edmária Pontes
COACH INTEGRAL SISTÊMICO

A REVOLUÇÃO DOS CAMPEÕES- COACHING



Ao falar em Coaching, o que lhe vem à cabeça? É certo que nem todo mundo conhece o que é este processo, mas desde a década de 80, quando começou a ser utilizado nos Estados Unidos fora do meio esportivo , o coaching vem se consolidando e vive hoje, no Brasil, seu grande momento. A procura tem sido cada vez maior, e as pessoas estão buscando através dele, desde sucesso profissional em suas carreiras a qualidade na vida pessoal.
Embora pareça recente, um dos primeiros indícios da existência do Coaching não vem da era moderna. Segundo Andrea Lages e Joseph O’ Connor, no livro: “Como o Coaching Funciona”, o filosofo grego Sócrates, século V a.C, foi um dos precursores do modelo ao criar o Método Socrático, onde fazia questionamentos e assim, conduzia seus alunos ao raciocínio, a reflexão e a obterem as respostas para as suas indagações.
O coaching moderno herdou de Sócrates parte do método questionador e incluiu diversas ferramentas, como a: psicologia, neurociência, sociologia, que juntas orientam no processo de autoconhecimento do individuo, que entendendo a formação de seus valores, compreende melhor os reflexos de suas ações nos modos de pensar e agir, e dessa forma pode trabalhar, com auxilio do coaching, os pontos que precisam ser melhorados para ter os resultados esperados.
O processo de Coaching auxilia e suporta o indivíduo a despertar o seu potencial máximo rapidamente e produzir resultados mais satisfatórios em sua vida pessoal e profissional. Uma alternativa poderosa para pessoas e organizações que sabem que o sucesso pessoal não é um ponto de chegada, mas sim um caminho. Um caminho que necessita de planejamento, superação de obstáculos, excelência pessoal, motivação, equilíbrio e transformação individual. O Coaching é uma excelente alternativa para pessoas que buscam o aprimoramento de suas habilidades individuais, aumento de performance ou transformação pessoal.
O próprio Presidente da GOOGLE  Erick Schmidt disse:
" TODO MUNDO PRECISA DE UM COACH" 

Fonte: IBC

Abraços!!
Edmária Pontes

quarta-feira, 29 de junho de 2011

VISUALIZAR A VITÓRIA!!!


Nem em meus melhores sonhos imaginei que estaria nesse painel recebendo um trofeu e saindo na revista CARAS,  sempre que eu via nas revistas esse tipo de foto eu pensava há como eu queria ter uma foto assim, ganhar um prêmio, pois bem amigos a VISUALIZAÇÃO realmente FUNCIONA, portanto se deseja algo,  visualize, e materialize...........
Obrigada Senhor!!!
Abraços,
Edmária Pontes

A ARVORE DOS PROBLEMAS



O fazendeiro contratou um carpinteiro para arrumar algumas coisas em sua fazenda, e o primeiro dia do carpinteiro foi bem difícil: O pneu do seu carro furou, a serra elétrica quebrou, ele machucou a mão, e na hora de ir embora o seu carro não funcionou.
O fazendeiro então ofereceu-lhe uma carona até sua casa, e durante todo o caminho, o carpinteiro se manteve de “cara fechada” e não pronunciou uma só palavra.
Quando chegaram à sua casa, para surpresa do fazendeiro, o carpinteiro o convidou para entrar e conhecer sua família, e antes de entrarem, o carpinteiro parou junto a uma pequena árvore que ficava ao lado da porta de entrada, e gentilmente tocou as pontas dos galhos com as duas mãos.
Assim que abriu a porta, os traços tensos do seu rosto transformaram-se em um grande sorriso, beijando e abraçando seus filhos, que vieram correndo ao seu encontro. Em seguida abraços e beijou carinhosamente sua esposa.
Um pouco mais tarde, depois do jantar, o carpinteiro acompanhou o fazendeiro até o carro, e assim que eles passaram pela árvore, ele perguntou:
- Porque você tocou na planta antes de entrar em casa?
- Ah! Esta é a minha Árvore dos Problemas. Eu sei que não posso evitar alguns problemas durante o meu dia, mas não posso deixar que estes problemas atrapalhem o tempo que tenho com minha esposa e meus filhos, que são as coisas mais preciosas que tenho nesta terra. Então, todas as noites, quando chego, eu deixo os meus problemas nesta árvore e os pego no dia seguinte, antes de sair. E por incrível que pareça, todas as manhãs, quando eu volto pra buscar os meus problemas, eles parecem não ter nem metade do tamanho que tinham quando os deixei na noite anterior!
Nós não conseguimos separar vida profissional e vida pessoal. Somos seres integrais e sistêmicos, portanto quando não estamos bem no trabalho, somos afetados em nossa vida pessoal e vice-versa, porque todas as áreas de nossa vida se relacionam de alguma maneira. Tudo o que acontece, em qualquer área, nos afeta integralmente como indivíduos e seres humanos.
O que devemos fazer netão é criarmos “ANCORAS” que nos ajudem a colocar foco naquilo que é realmente importante. O que o fazendeiro da nossa metáfora fez foi exatamente isso; tocar aquela árvore era a sua  ANCORA diária, que o ajudava a não deixar que seus problemas no trabalho roubassem a qualidade do tempo que ele teria com sua família. Ao tocar a árvore, ele decidia que, apesar do dia difícil, sua família é seu tesouro e seu porto seguro, que seus filhos e sua esposa são preciosos, e que o tempo que passa com eles é necessário e importante para todos. Neste momento ele decidia deixar os problemas do lado de fora.
As ANCORAS nos ajudam a colocar foco naquilo que é realmente importante, e nos permitem estabelecer rotinas específicas para administrar nossas energias (espiritual, física, emocional e mental), que são a chave para uma vida com propósito.  Crie  sua ANCORA!!!
Marcos Fabossi -Adaptação Edmária Pontes
Abraços,
Edmária Pontes